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ANÁLISE DA REPRESENTATIVIDADE FEMININA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS NAS ELEIÇÕES DE 2014 E 2018

A reflexão acerca da inserção da mulher em âmbito político é de extrema importância, pois a
análise histórica demonstra quão difícil foi a mulher conquistar direitos políticos. O Brasil,
apesar de ser um país democrático ocupa o 140º no ranking de representatividade feminina na
política segundo a ONU e a PNUD. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG)
evidencia tal cenário, apenas 10 cadeiras de um total de 77 são ocupadas por mulheres. De tal
forma este trabalho objetiva analisar a eficiência dos mecanismos legislativos que tem tentado
corrigir a desigualdade histórica na representação feminina na política na eleição; verificar os
dados e estatísticas eleitorais relacionados a eleição de 2014 e 2018 para a ALMG das eleições
e explanar sobre os projetos e propostas de lei, que visam assegurar os direitos das mulheres na
política. Na hipótese de que a mulher ainda encontra muitas dificuldades na prática, mesmo
com seus direitos assegurados em lei, o problema de pesquisa ainda traz as desigualdades de
acesso à cargos políticos entre homens e mulheres. Através da análise de dados quantitativos
representados em gráficos, concluiu-se que o número de candidatas é apenas para suprir as cotas
mínimas exigidas em lei e apesar de todos os esforços para aumentar a participação feminina,
muitas estratégias são criadas para tentar burlar a lei, a exemplo disso tem-se as candidaturas
laranjas.

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